Você é especial!

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Homens… Mestres em oratória… Repetem sempre o mesmo discurso: “Você é especial para mim”. Mas não basta a repetição contínua deste discurso blasé, eles necessitam que você acredite neles… E aí, eles decidem casar, com uma mulher que é tão vítima desse rolo todo quanto você, mas com o azar de não se saberem enganadas por estes sujeitos, que repetem infinitamente este discurso para você, sim… você, a candidata à Outra.

E a maior parte do problema, nem é o discurso, nem é existir outra vítima… Nem é a filhadaputagem por si só… Não… A pior parte é você “ousar” em dizer: Não, não quero a vaga de amante, obrigada. De nada!

A partir daí, começam todos os outros problemas, que é a tentativa desse homem, de te convencer do quão ruim você é, pois pense bem, como você pode dispensar uma vaga tão indispensável quanto esta?
É muita ousadia feminina querer ter uma vida na qual você não tenha que se contentar com migalhas de ninguém, é um disparate você se achar digna de um papel principal, afinal, você é tão especial, mas não é especial o suficiente para ser a titular, você é tão especial, mas tão, tão especial, que ser protagonista não é mérito seu. E para esse homem, a protagonista deve ser algo muito mais que especial, pois ela além de tudo, não pode nem ao menos compartilhar o conhecimento de que existem outras tantas, tão especiais quanto ela… Acho que os homens tornam todas as mulheres especiais, se for ver bem.

E aí, depois de você recusar a vaga reserva [ou quase gandula], você precisa reconhecer seu erro, que não é menor que recusar… Você tem amigos! Sério, você precisa repensar sua vida, pois como você, mulher ingrata, ainda se dá ao luxo de ter amigo? Pior ainda, amigos no plural? Blasfêmia maior: AMIGOS HOMENS!!!

Você perde o direito à vida própria a partir do momento que um desses homens bate os olhos em você, porque nesse instante, você torna-se uma propriedade “privada” dele. E como se não bastasse toda a ironia contida nesse discurso, ainda há a ironia maior, que é a insistência veemente que esses homens possuem em te deixar mal, em fazer com que você se sinta culpada por toda essa loucura mencionada acima.

Mas você, mulher, é livre. VOCÊ É LIVRE! É tão livre, que pode ter amigos, namorados, pode até aceitar este tipo de proposta indecorosa [sim, você pode isso também], pode ter namoradas, pode estar sozinha, acompanhada, você pode ser feliz independente de homens assim e não deve nunca se sentir culpada em dizer não a homem nenhum, pois sua liberdade é tão grande, que te permite também recusar algo que não vale a pena para você!

E se ele ficar de charminho, fazendo raivinha, de bico, de cu doce… Querida!!! Quem perde é ele, que nem ao menos soube preservar sua amizade!!! ELE É QUEM PERDE A PESSOA MARAVILHOSA QUE VOCÊ É! ELE PERDE ESSA PESSOA TÃO ESPECIAL QUE VOCÊ É!

VOCÊ É ESPECIAL! DE VERDADE! INDEPENDENTE DE QUAISQUER DISCURSOS BLASÉS!

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Amor: o impossível… e uma nova suavidade – Suely Rolnik

Territórios de Filosofia

 Amor: o impossível… e uma nova suavidade.

Suely Rolnik.*

O amor anda impossível?

Que a família implodiu, já sabemos. Isso não é de hoje. Dela restou uma determinada figura de homem, uma determinada figura de mulher. Figura de uma célula conjugal. Mas esta vem se “desterritorializando” a passos de gigante. O capital inflacionou nosso jeito de amar: estamos inteiramente desfocados. Muitos são os caminhos que se esboçam a partir daí: do apego obsessivo às formas que o capital esvaziou (territórios artificialmente restaurados) à criação de outros territórios de desejo, topamos com inúmeros perigos, por vezes fatais.

Em um dos extremos, é ao medo da desterritorialização que sucumbimos: nos enclausuramos na simbiose, nos intoxicamos de familialismo, nos anestesiamos a toda sensação de mundo, endurecemos. No outro extremo — quando já conseguimos não resistir à desterritorialização e, mergulhados em seu movimento, tornamo-nos pura intensidade, pura emoção de mundo —, um outro perigo…

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Sobre conversas de internet…

eu: olá
sujeito do faceboca: opa
                                          joia?
eu: sim
       e contigo?
sujeito do faceboca: td bem
                                          vc tem qntos anos?
eu: pq pergunta?
sujeito do faceboca: pra saber com qm to lhe dando uai?
eu: hahahaha

       e pela idade vc vai saber?
sujeito do faceboca: ja se tem uma noção neh..
eu: jura
       então vc é muito talentoso
       é quase telepata
       cara
       eu se fosse vc
       ganhava dinheiro com esse talento
       que inveja que eu to agora
sujeito do faceboca: ahahah
 eu: poxa
sujeito do faceboca: vai pro inferno
eu: onde aprendeu a ler mentes sabendo apenas a idade?
       poxa
       vc me ensina
       hasuhasuhasuhaushas
       brincadeira amor
       mas me fala de vc
       quantos anos vc tem?
sujeito do faceboca: ta descrito no meu perfil…
                                          se nao leu.. é pq nao tem atenção
eu: pois a minha tb deve estar lá
       no meu perfil moço
sujeito do faceboca: deve.. mas nao está..
eu: já sei pq
       ´pq eu nunca imaginaria ser possivel saber a personalidade de alguém só        pela idade
        então achei que num ia ser muito util colocar a minha
        =/
        sorry
sujeito do faceboca: e eu falei isso
                                          vc q ta falando
                                          vc é mangolóide neh
                                          to fora
                                          tchau
P.S.: Sim, eu sou mongolóide por não saber da possibilidade de se decodificar a personalidade das pessoas apenas sabendo o número exato de anos que as pessoas possuem de existência, talvez eu até consiga esta proeza se eu souber o número de meses, dias, horas, minutos e segundos, mais o signo, os planetas que estavam naquela órbita…
Sim, sou mesmo mongolóide, não acredito nada em telepatia. Ohhhh! Trágico!
Assunto encerrado.

A utilidade do inútil

Caros leitores, imagino desde já que vocês estejam tentando compreender a ambiguidade do título deste post, mas não fiquem tão ansiosos, pois esta dúvida será sanada ao longo deste discurso.

Em primeiro lugar eu gostaria de fazer três (3) perguntas:

  • Alguém já comeu, viu alguém comer ou tem vontade de comer um quadro do Picasso?
  • Alguém já viu algum jogador de futebol estagiando de enfermeiro em algum hospital público?
  • Alguém viu Mark Zuckerberg salvando criancinhas de um incêndio?

Provavelmente estas são as três perguntas mais bizarras que vocês já devem ter se deparado, mas elas me surgiram diante de um embate, deveras desgastante, sobre prioridades diante de um desastre, onde minha amiga Lia (que é artista, publicitária e “atleta” por assim dizer) disse que numa catástrofe artistas, esportistas e publicitários seriam descartados.

Até então, não houve nenhum problema, mas claro, sempre surgem os revoltadinhos de internet (confiram o que é um “putz revolts” aqui: Organógenos) que querem fazer uma tempestade num copo d’água e dizer que os artistas deveriam ser salvos e blá, blá, blá… Resumindo, querem chamar a atenção!

E logicamente, surgem os gigantescos discursos defensores da honra dos nossos abandonados inúteis, discursos, talvez, dignos de um tribunal se houvessem sido fundamentados em algum pressuposto mais… verossímil, mas diga-se de passagem, são pelo menos fonte de espetáculo, na verdade uma grande comédia.

Esclarecendo melhor, a “briga” foi porque os revoltadinhos queriam defender a utilidade dos atletas e dos artistas, e queriam queimar apenas os publicitários, e o discurso tinha como alicerce a grande utilidade (de entretenimento) dos artistas, e a grande superação (falta de ter o que fazer) dos atletas. E diziam (exatamente assim):

“Como artista vou entrar na história. Concordo que toda arte é inutil, isso está no prefácio do maravilhoso “O retrato de Dorian Gray” nesse prefácio também se encontra os motivos pelos quais é importante que haja arte, ele é reveladora, diagnostica cada época. Uma sociedade sem arte é uma sociedade sem conciência de si mesma, sem identidade. As coisas não precisam ser funcionais para serem importantes. O atleta leva o corpo ao seu limite. Sinto um profundo respeito por todos. Quero saber do que somos capazes. O atleta, o artista são pontes para o melhor do homem. Quanto aos publicitários são pagos para nos convencer de que devemos comprar coisas das quais, na maioria das vezes, não precisamos. A publicidade não é uma ponte para o melhor do homem, ela tem uma função bem especifica. A não ser que você assossie a superação do homem por si mesmo com crescimento econômico… Discordaria, mas ai é outra conversa.” (Autor desconhecido, hahahahaha)

Bem, e aí chega a quarta pergunta estrondosa:

  • Desde quando a humanidade tem consciência de si mesma?

Mas devo confessar, alguns trechos me impressionaram muitíssimo, como “O atleta, o artista são pontes para o melhor do homem.” e é para se impressionar mesmo, pois com isto eu fiquei sem entender o que é o “melhor” do homem segundo este sujeito, pois o atleta apenas se desgasta fisicamente para entreter milhares de troux… pessoas que pagam ingressos caríssimos para assistí-los, e assim, manter os salários milionários destes tais atletas e enquanto isso, as crianças estão com fome em casa… realmente o “melhor”.

E sobre o que minha amiga disse, nunca foi dito que arte, esporte, publicidade, entre outros, não são importantes para a humanidade, mas é necessário que se compreenda o nível de importância que cada uma dessas coisas tem.

Alguém já experimentou levar um quadro de René Magritte para um mendigo olhar? Provavelmente não, e se levasse, sabe o que aconteceria? Eu conto à vocês, ele diria: “tem um real aí?”, “compra um lanche pra mim?”, ou, mais recentemente, “tem um baseado aí?”.

E sabem por que isso ocorre?

Antes de explicar, vou tentar dar uma breve aula (bem rudimentar) de anatomia e fisiologia humana aqui.

O corpo é o que chamamos de “máquina perfeita” pois ele funciona em perfeita harmonia, quando tudo nele está em bom estado. Mas quando algo errado acontece, não é só uma parte do corpo que é afetada, mas sim, ele como um todo, e quando é possível, o seu cérebro cria condições para suprir o que está faltando (substitui), e quando não é possível, então há o que conhecemos como adoecimento.

Então, o mendigo pede dinheiro, comida ou droga, porque quando ele está com fome seu cérebro não consegue substituir o que está com defeito por outra coisa, pois a alimentação é fundamental para o funcionamento perfeito do corpo, por isso, se o mendigo parou de comer, significa que as vitaminas e sais minerais indispensáveis para que ele aprecie ou não a obra de Magritte estão em falta em seu organismo, consequentemente em seu cérebro, e assim temos o primeiro ponto esclarecido. Arte não mata fome! (Droga ilude o Sistema Nervoso Central e dá a ilusão de saciedade)

Agora imaginem a seguinte cena: Um desastre natural ocorre, existem milhares de pessoas feridas num hospital, muitas vítimas de queimaduras, e não tem nenhum médico pra atender, mas por “sorte” (eu ri), temos um time de futebol que estava passando pelo local, então temos atacantes, zagueiros, ronaldinhos, todos para ajudar os feridos. E convenientemente os jogadores começam o espetáculo, embaixadinhas, cabeçadas e muitas façanhas para alegrar os pacientes que estão agonizando em seus leitos, não satisfeitos os jogadores convidam as atletas da ginástica olímpica para melhorar o espetáculo e dar um toque mais “angelical”, neste exato momento um dos pacientes precisa urgentemente de uma transfusão de sangue e então… qual será o resultado?

Simples: K.O. para os pacientes (a dor impede que o indivíduo consiga raciocinar como alguém sadio, portanto, os pacientes não conseguiram admirar o “melhor” dos atletas)

Bem, eu poderia continuar contextualizando com o exemplo do ilustríssimo Mark Zuckerberg mas acredito que todos já tenham compreendido o que Lia, Lucian, Dotô (que não estava no diálogo mas rolou de rir quando contei) e eu (que sou duplamente artista e estudante de psicologia – outra coisa mais ao topo da pirâmide) tentamos expressar quando dissemos que artistas, atletas, publicitários, psicólogos e advogados não seremos salvos pois a prioridade será para os médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais, e outros que podem garantir que as necessidades básicas dos seres humanos sejam deveras atendidas.

Em caso de dúvidas: Pirâmide de Maslow

Sem mais.


Faculdade e Estresse

Pensar que escolher um curso de nível superior é garantia de sucesso com toda a certeza faz parte de um delírio…

Primeiramente, o sujeito escolhe um curso, estuda para o vestibular (primeiro sofrimento), depois faz o “vestibulaire saint” e sofre até obter o resultado fatídico, se passou ou não na prova.

Se ele não passou, melhor, pois se passou, começa então o próximo sofrimento, que é primeiro fazer a matrícula (este processo deveria chamar-se “martírio burocrático”), e depois mais outro sofrimento, que é encarar uma sala de aula cheia de futuros concorrentes (e por favor, não se engane com aquele sorriso bonito e simpático do primeiro dia, com o passar de alguns semestres o mesmo sorriso será quase uma ameaça de mordida voraz). Está bem! Salvo exceções.

Então, em sala de aula, o sujeito começa a se perguntar no que as disciplinas “x” e “y” estão relacionadas ao curso, e acredite, não obterá a resposta e terá de estudá-las assim mesmo, mesmo não gostando delas.

Logo virão as provas, trabalhos, trabalhos, provas, provas, trabalhos, não necessariamente nesta ordem, mas o fato é que serão muitas, pode apostar, e você irá ficar tresloucado até chegar o fim do semestre, pensando: “Será que eu passei?”

Pior! Para completar esta magnífica cena, há professores que não lançam as notas durante o período letivo, e deixam para lançá-las apenas no último dia de aula, talvez com o pretexto de você não poder reclamar se, de repente, não conseguir pontos suficientes para passar para o próximo semestre ou para fazer o tão temido Exame Suplementar (é, tem pontuação mínima para fazê-lo). Assim há um livramento da consciência desse tipo de professor, que ignora (finge ignorar) toda a situação estressante que o aluno vivencia durante todo o semestre e claro, dá sua contribuição para que este estresse aumente ainda mais.

Sim, para nenhum professor é suficiente o que o aluno passa, por isso o trabalho dele é o de dificultar ainda mais a vida do infeliz aluno, e para tal, ele, professor, não poupará esforços, pois é claro, há um lema a seguir: “Você aprende a valorizar o que luta para obter!”. Como se a preocupação com trabalhos, provas, estudar infinitos textos e/ou fórmulas, lembrar todas as datas e/ou fórmulas, a pressão dos pais no caso de alguns, falta de vida social (e não me venha com essa de conciliação, se você sai pra beber enquanto está estudando, é porque deixou de fazer algum trabalho, e que depois irá implorar ao seu professor para que ele deixe você entregar na próxima aula, com algum pretexto esfarrapado), enfim, como se todos os itens mencionados não fossem suficientes para valorizar sua futura profissão, e assim, você ainda tem que sofrer com a pressão dos próprios ditad… digo, professores, pois o lema a seguir é o mais importante, e nada do que foi dito antes é considerado por eles como parte do seu esforço, e nunca, nunca é o suficiente.

Sobre os professores, há uma consideração importante a fazer… Existem subclasses para definir o tipo de perfil do seu professor, aqui seguem algumas delas:

Ditador: é o tipo de professor que cobra 100 trabalhos com o prazo de uma semana, e nunca dá uma folga, geralmente vestem-se com roupa social, usam óculos e nunca sorriem, exceto quando você se ferra. Pelo menos este sabe o que está explicando aos alunos.

Ditador punk: é o tipo de professor que não sabe explicar nada, conta casos em sala de aula porque ainda não saiu da adolescência (mesmo aos 50 anos de idade), então ele sempre acredita estar numa roda de barzinho, bebendo uma breja, e contando casos para agradar alguns “baba-ovos” que ficam ao redor, e se esquecem que sua função é ensinar o que é proposto na ementa. Você agora deve estar se perguntando onde está a parte “ditador”, mas a explicação é simples, ele cobra o dobro do primeiro, com a diferença que ele não dá conteúdo em sala, e você tem que se virar para a aprender e fazer os trabalhos sozinho, sem contar que durante a aula deste tipo de professor, sua atenção deve ser voltada única e exclusivamente para ele, professor, que deve ser o centro das atenções, se você irá aprender ou não é outra questão, mas deve prestar atenção aos casos e rir, sim rir sempre.

Turista: é o professor  que justifica o nome, vai vez ou outra à faculdade dar aula, sempre chega atrasado e sempre sai mais cedo… nem preciso falar sobre o final catastrófico!

Enrolado: esse é o famoso professor que deixa todos os pontos a serem distribuídos para a última semana de aula, e você se pergunta, o que ele fez durante seis meses que não conseguiu distribuir os pontos?

Polêmico: acredite, este tipo de professor pode ser o melhor, ou pode ser o pior, depende do temperamento dele, se for mau humorado, você está ferrado, se for bem humorado, sorte sua, o mais importante é que ele irá fazer você deixar de ver um mundo cor-de-rosa, e começará a perceber que as vezes a coisa fica preta… bem preta!

Nazista: é o professor que debocha o tempo todo do aluno, sutilmente ou descaradamente, ele debocha, enrola de propósito, explica uma coisa e dá outra na prova… ele quer te ver queimar no inferno, e rir disso, claro!

Bonzinho: duvide dos bonzinhos, pois às vezes, eles não são nada bonzinhos.

Malvado: costuma ser mais bondoso que o professor bonzinho!

E assim termina a lista com alguns perfis de professores, eu poderia muito bem traçar perfil de alunos, mas isto seria polêmico demais. Contudo, você começa sofrendo na faculdade e termina sofrendo, 6, 8, 10 períodos tantos faz, é sempre um suplício, isto sem falar sobre a instituição de ensino e seus problemas particulares, como greves, falta de pagamento dos professores, parcelamento de 13° salário dos professores em 9 vezes sem juros (talvez por isso os professores sejam tão carrascos), e outros problemas que com certeza você deve passar, como ser atendido quando você precisa, e os funcionários sempre enrolam ao telefone esperando você ir embora pra não terem que trabalhar, ou quando você chega lá pra resolver e não encontra ninguém, nem o secretário (nem o secretário, entendeu?).

O mais importante, é ignorar a razão pela qual um sujeito é levado ao desejo de fazer um curso de nível superior, pois ele sofre, sofre, sofre, e ainda diz que ama o que faz, aí eu me pergunto, será que ele ama mesmo, ou finge bem?

Enfim, nunca se descobrirá o que se passa na cabeça deste tipo de sujeito, e melhor mesmo que não se saiba, pois o que os olhos não veem o coração não sente. Até a próxima!